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Go go go! Take down that point, soldier!

Ok. Não aguento mais ler críticas babando pelo Call of Duty 4, Modern Warfare. O blockbuster que fechou sua terceira versão ainda na Segunda Guerra Mundial, partiu agora para os tempos atuais. O Warfare chamaria atenção caso todas grandes empresas de games não resolvessem lançar outros jogos do gênero no ano de 2006 e 2007. Rainbow Six Vegas, GRAW, Halo, Gears of War, Crysis, Bioshock e alguns outros. Ok, alguns deles não retratam a ‘realidade’ e partem para o scy-fi.
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Por que falam tanto do CoD4?
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Gráficos?
Jogabilidade?
Inteligência Artificial?
Enredo?
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Todo game que trás novidades é sempre levado a toda sua rentabilidade, do que ele pode fazer, do que ele pode te dar. O CoD4 com certeza me impressionou com gráficos que eu não tinha visto ainda em jogos de computador. Eu uso uma já comum 8800GTS 320, mas já rodei estes games em placas superiores. A jogabilidade seguiu a linha dos outros CoD e está muito melhor neste último título, o Warfare. Preciso comentar dos gráficos? O que eu sempre reclamei em jogos do gênero era o problema dos projéteis não atravessarem portas, caixas, paredes… Finalmente ví isso acontecer! Claro que em outros jogos isso já acontecia, mas foi no Warfare que evidenciou mesmo esta belezinha. Ah, o último jogo que realizava bem esta façanha era o saudoso 007 vs Gondeneye, do Nintendo 64, com a Magnun 357 ou alguma arma do gênero, já faz muito tempo…
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Voltando a falar sobre a jogabilidade, o modo single player sofre de alguns problemas que, para mim, é muito grave. Não chega a ser um ‘bug’ de fato, mas é algo que me incomoda. Quem jogou já deve ter percebido que quando você fica escorado em algum canto matando quem aparece, você fica eternamente alí a não ser que avance para o próximo ‘point’ aonde os inimigos param de vir. Não tem graça você não poder limpar a área de terroristas ou não poder dar cobertura para seus companheiros. Ficar eternamente atirando sem parar de vir revolucionários. Ponto positivo para o Rainbow Six Vegas, lá isso não acontece. Ok, jogos diferentes, intenções diferentes.
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Ja no modo multi-player, não se pode reclamar muito. Simplesmente arrasador. Ganhando levels, perks, habilidades… Nivel a nivel, ganhando medalhas em cenários foto-realísticos. Lindo. A unica reclamação aqui é sobre o single player mesmo, ele possui uma campanha minúscula em comparação aos outros CoD. m i n u s c u l a!

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E sobre a inteligência artificial?
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Nem tão boa, nem tão ruim. Ela de fato não melhora nos níveis mais difícil do jogo. O que de fato acontece é que os inimigos ficam com uma mira melhor e atiram ‘de verdade’. Eles não tem realmente uma ‘inteligência’, são comandos pré programados que alteram-se de acordo com grandes atitudes que você toma, grandes no caso, não épicas, mas sim de movimentação. Eles não se escondem ou ficam de ‘tocaia’. Nada de muito diferente dos outros jogos.
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Porém a jogabilidade encontra-se junto com os gráficos e o enredo. O CoD4 tornou-se muito cinematográfico, lindo, suave. Há movimentos in-game que não se pode fazer mas você ve seus companheiros fazendo. Demais. Para os amantes de guerra e contos épicos o jogo realmente excita. Quem não se lembra das cenas do Rambo atirando para tudo que era lado enquanto seu amigo ferido sem uma perna ficava no chão dando ‘apoio’ com uma pistola 9mm?
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As seqüências de cena, os loadings do jogo, todos foram cuidadosamente produzidos. Logo na primeira missão do game já se vê um artifício novo: o barco afundando e… Bem, jogue e verá.
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O Warfare, analizado unicamente em comparação com ele mesmo, poderia ter sido melhor, poderia.
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Só na parte gráfica o game merece muitos pontos, não há nada igual no mercado.

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